A Polícia Federal diz uma coisa e os justiceiros contra Gladson dizem outra, diz Moisés Diniz

O ex-deputado estadual Moisés Diniz, atual secretário Adjunto de Educação, usou suas redes sociais para fazer a defesa do governador Gladson Cameli, alvo da operação Ptolomeu, que investiga supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro por membros ligados ao governo do Acre.

De acordo com Diniz, os R$ 420 milhões das empresas da família Cameli, citados pela Revista IstoÉ, não envolvem o Acre e nem seus recursos públicos, muito menos envolve o Gladson ou qualquer ação sua como governador.

Moisés afirmou ainda que a grande mídia usou de má-fé ou não teve acesso a todo o processo. “Quem vai reparar esse erro? Quando a PF fala de uma movimentação de 828 milhões, também não está tratando de recursos públicos do governo do Acre”, declarou.

O ex-parlamentar não economizou nas críticas contra quem, na sua opinião, tem divulgado informações diferentes das obtidas pela Polícia Federal. “Manchetes viraram criatividade diabólica em mentes esquizofrênicas da política. A sociedade, em breve, vai saber quem são os verdadeiros conspiradores, que passarão de justiceiros a molhadores de polegar na delegacia de polícia. A polícia Federal está afirmando uma coisa na investigação e esses justiceiros de dedo podre estão escrevendo outra coisa”, disse Moisés, que ainda lembrou da Operação G7, na época do então governador Tião Viana, “vamos aguardar que não matem mais gente, como fizeram no G7”, afirmou.

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